Subindo a Pirâmide: O Segundo Passo Para Uma Saúde Vibrante!

olhosGeosh aqui. Tudo bem? Esse artigo é o primeiro artigo de uma série de artigos avançados que dedico pra quem realmente se comprometeu com a própria saúde e bem-estar.

É pra quem já tomou a DECISÃO de assumir esse compromisso e colher todos os frutos que esse compromisso trás, sem dó nem piedade com o Status Quo – o politicamente correto. Esse é o primeiro passo.

Esse artigo não é pra você que diz:“não consigo viver sem pão“. É pra quem já está vivendo a mudança e tem pensamentos mais parecidos com: “Eu não sabia que podia me sentir tão bem! O que mais eu posso fazer pra melhorar?”

Se você já deu os primeiros passos, temos um longo caminho pela frente!

O Que Foi Que Mudou?

Todo mundo aqui já viu fotos ou filmes de um tempo onde praticamente ninguém era obeso.

Na verdade, é até fácil se perguntar: como aquelas pessoas conseguiam andar sendo tão magras? Haha! Até a nossa percepção de saudável hoje é diferente. E nem tem tanto tempo isso!

Pode-se dizer que a coisa desandou mesmo foi dos anos 60 pra cá. Desde então, nossos organismos e mentes foram bombardeados numa velocidade cada vez mais intensa. Esse bombardeio chegou num ápice notável no momento em que vivemos agora. Pode ser que elas piorem e muito! Mas, felizmente, não pra mim ou pra você.

A impressão que temos é que todo mundo hoje em dia respira um ar que engorda. Até as celebridades parecem estar em uma luta constante pra manter o próprio peso.

Eu vejo isso como um dos indicadores de que nossa saúde, no geral, vai de mal a pior.

Mas o que foi que aconteceu?

copacabanaResumidamente, nós nos afastamos do que era natural pra nós. Uma vida pacata, feliz e saudável. Embora o paradigma alimentar do homem das cavernas seja ótimo, a maioria de nós, principalmente aqui no brasil, não precisa voltar tanto assim no tempo pra encontrar condições ideais pro nosso bem-estar. Vamo lá:

-Houve um aumento significativo no consumo de açúcar. Por açúcar, leia-se: açúcar, frutose, carboidratos simples, arroz, farinhas, grãos, trigo, pães, bolos e biscoitos.

-Houve uma diminuição no consumo de gorduras boas: Aumentamos a quantidade de óleos vegetais(que oxidam em altas temperaturas) e diminuímos o consumo de gorduras saturadas.(que são mais estáveis em altas temperaturas, portanto, mais indicadas para preparar alimentos) e de gorduras boas no geral.

-Bom, se você acompanha o EDV a mais tempo, já está cansado de ouvir Rodrigo e eu batermos nessa mesma tecla.

O Que Mais?

-Houve um aumento significativo no uso de antibióticos. Isso, aliado com a mudança alimentar, pode ter tido um impacto na nossa saúde intestinal, e por sua vez, na nossa saúde geral. Houve também uma diminuição no consumo dos alimentos naturalmente probióticos.

-Houve um aumento significativo na quantidade de toxinas a qual nos expomos no dia a dia, através da dos alimentos, agrotóxicos, dos aditivos químicos, água, ar, etc.

-Houve uma depleção de magnésio no solo utilizado pela agricultura.

-Houve uma diminuição na quantidade de sol a qual nos expomos diariamente.

-Houve um aumento significativo nos níveis de Stress.

-Houve uma diminuição na quantidade de atividades físicas que fazemos. Pense nas atividades do tipo recreativas.

Posso estar esquecendo alguma coisa. O que mais você acha que mudou? Deixe seu comentário no fim do artigo assim que acabar de ler. Quero saber o que você pensa disso.

O Que Podemos Fazer?

Uma vez que nós sabemos o que foi que mudou, fica fácil pensar em maneiras de melhorar nessas áreas. Esse é o segundo passo: Começar a tomar consciência destes  pontos e de como podem ser melhorados.

Existem duas maneiras pelas quais nós podemos cuidar dessas áreas:

Proativamente – Indo atrás de soluções que resolvam a causa, ou seja, cortem o mal pela raiz.

Reativamente – Indo atrás de soluções que revertam as condições e os sintomas do que já foi causado.
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Podemos fazer isso individualmente – indo atrás da nossa própria saúde de maneira individual e familiar, ou globalmente -reivindicando os nossos direitos de saúde e nos organizando pra mudar essa realidade pra todos. Mas, uma coisa de cada vez!

No próximo artigo eu já começo a tratar de cada um destes itens e das soluções que eu encontrei/experimentei em cada um deles. Quero ouvir a sua opinião sobre estes itens pra que cheguemos juntos numa resposta simples, completa e concisa.

Vamo que vamo!

Grande abraço,

Geosh.

  • juliano

    Fala Geosh. Eu estou com duvida sobre a carne de porco. Vocês aqui no site sempre recomendam a carne de boi criado no pasto mas queria saber se a carne de porco está liberada também já que ela tem uma quantidade boa de gordura e proteínas.

    • Juliano, Veja o artigo novo do Rodrigo. é bom sempre lembrar que a carne de porco precisa estar muito bem preparada/cozida.
      Abraços!

      • juliano

        Bom artigo porém eu fiz a pergunta pelo fato de porcos não comerem grama. Isso faz a carne deles ser opção pior comparada com a bovina?

  • joao

    -Houve uma diminuição no numero de horas de sono e as pessoas passaram a deitar-se mais tarde;
    -Houve uma diminuição do processo de socialização, ou seja, as pessoas começaram a ficar mais sozinhas e a conviver menos. Isto devido a varios factores, entre eles por exemplo, os videojogos.

    Tudo isto e muito mais são os factores que nos fazem feliz de facto. A felicidade está também associada a uma combinação de bem estar pessoal, familiar e social

    • Concordo, João. Acredito que a felicidade de fato é uma coisa extremamente simples, e que nós perdemos isso no caminho por desatenção mesmo! Muito bem colocado! Vou levar estes dois ítens em consideração também! Nós já abordamos o sono mas não abordamos a socialização de fato, e tanto eu quanto Rodrigo temos um bom know how na área.
      Abraços!

  • Poliana

    Oi. Parabéns pelo blog.. e lá vai a minha opinião:
    Acredito que mudou o paladar… as “gordices” nos impedem de SABOREAR alimentos saudáveis.. como uma intoxicação!
    E as propagandas… sim parece que é bonito comer batata frita e feio comer chuchu… o simples fato de mencionar que gosta de chuchu, melão, abobrinha.. já recebo aquele olhar “ui que nojo!”.
    Cultura- sim parece que certos alimentos fazem parte da cultura.. o bolo p ex. em muitas festas tem bolo e é uma ofensa recusar um pedaço…. ou ainda recusar convites para ir em lanchonetes e pizzarias

    • Verdade, Poliana! Meu pai até comentou comigo que foi comer uma pera e ficou impressionado com o tanto que é doce e saboroso! Antigamente eu considerava essas frutas basicamente sem gosto. Outra coisa impressionante é o abacate. Ele é doce naturalmente, Mas eu não sentia isso quando comia muito trigo e açucar. Um grande abraço =)

  • julio rs

    ola boa tarde. excelente artigo.
    No entanto tenho uma questão. Ando me a alimentar muito bem, começando o dia com omeletes feitas em manteiga e uma fruta. Porém ando a apresentar mau hálito e já me informei e sei que está relacionado com os corpos cetónicos, o que heide fazer para tirar o mau halito? Reduzir o nivel de cetose comendo mais carbs?

    Adoro a forma como me estou a sentir, no entanto, simplesmente o facto de apresentar mau hálito põe esta “dieta low carb” em risco.

    Obrigado